domingo, 24 de junho de 2012

     Olá pessoal. É a minha primeira postagem.
     Observando a conversa dos meus colegas de trabalho, pensando nos meus familiares e refletindo sobre notícias mundo afora, me veio um assunto interessante: diferentes aspirações de consumo.
     Os níveis de interesse de consumo são inúmeros. Mas os interesses são semelhantes dentro de um mesmo grupo social ou uma mesma tribo.
     Ex.: Catadores de comida no lixo, só querem saciar a fome sua e de sua família; Jovens de uma determinada classe social e econômica, aspiram comprar um carro; Outras pessoas ter a casa própria, mesmo que fiquem pagando 137 anos. E por aí vai.
     Abreviando, excetuando a falta de bom senso para discernir as prioridades, muitos acabam não valorizando o que possuem, ou nem sabem o que tem, por exemplo, segurança alimentar. É um assunto que nem se comenta porque quando se comenta algo gastronômico é por pura guloseima ou uma fominha passageira de algumas horas ou um dia no máximo. Outras preciosidades que principalmente os mais jovens só descobrem que tem quando perdem: família, mãe, casa, cama, etc.
     Agora, ninguém comenta no seu dia a dia essa preciosidades que tem, até porque seria um chato. Mas nem por dentro valoriza. Mas o que não tem, só falta publicar no jornal.
     Preste atenção: veja os desejos dos que o(a) rodeiam, a maioria só pensa em coisas que o próprio grupo valoriza, que acaba se tornando uma coisa valiosa, talvez para se alinhar ou ser bem visto no grupo.
     Pense em você e no próximo e não o que o outro vai pensar de você.
     Abraços.

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